Não existe uma tabela que diga «seu peso, seus raios»: buscou-se em sete bases científicas e na documentação dos fabricantes e nenhuma apareceu. O que a DT Swiss publica é o peso de sistema: a carga estática máxima por roda é 60 % do peso de sistema máximo do cubo, que vai de 110 kg no XR 1700 Spline a 140 kg no FR 1500 Classic e 180 kg no HU 1900 Spline, de carga e motor. O número de raios é decidido por critério de bancada, não por uma fórmula derivada do peso.
Procura-se a tabela peso-raios e ela não aparece: o fabricante delimita por peso de sistema, não por número de raios.
Buscou-se no ScienceDirect, Springer, MDPI, Taylor & Francis, IOP, ASME e SAE, além da documentação técnica dos fabricantes. Nenhum resultado. Nenhuma publicação, de fabricante ou acadêmica, cruza o peso do ciclista com um número de raios recomendado.
O que existe de fato, e o que responde à pergunta de verdade, é que a indústria delimita a roda pelo peso de sistema. A contagem de raios entra depois, como parte de uma decisão de bancada que combina esse limite com a categoria de uso.
O manual do usuário diz com precisão: «the maximum permissible static wheel load is 60% of the maximum system weight». Peso de sistema é ciclista mais bicicleta mais equipamento mais bagagem, e os 60 % são o que pode recair sobre uma única roda em carga estática.
Esse máximo muda conforme o cubo. O XR 1700 Spline admite 110 kg de peso de sistema, o FR 1500 Classic 140 kg, e o HU 1900 Spline chega a 180 kg, a cifra mais alta das três e a única pensada para carga e motor de elétrica.
A DT Swiss não classifica só por peso: classifica o uso em cinco categorias ASTM, da estrada asfaltada ao downhill e ao freeride. Cada cubo é certificado dentro da sua categoria, e essa categoria é que de fato orienta a escolha da roda, mais do que um número isolado de quilos.
Um ciclista leve numa categoria exigente pede outra roda que um ciclista pesado em estrada lisa. O peso de sistema é um limite, não uma receita: duas rodas com o mesmo teto de 110 kg podem ser construídas para trabalhos completamente diferentes.
De um critério de bancada, não de uma fórmula que desça do peso de sistema para uma contagem de raios. O único documentado sobre o número em si é geométrico: o limite duro é que os cruzamentos fiquem abaixo de um quarto do total de raios, e na bancada essa margem é usada ainda mais estreita, até 3 cruzamentos em rodas de 24 raios e até 4 nas de 32 e 36.
Mais raios distribuem a carga entre mais pontos e toleram melhor um cubo de peso de sistema alto ou um uso de categoria exigente. Mas isso é critério de quem monta a roda, apoiado na categoria ASTM e no peso de sistema do cubo escolhido, não uma tabela que converte quilogramas em raios.
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Não. Buscou-se no ScienceDirect, Springer, MDPI, Taylor & Francis, IOP, ASME e SAE, além da documentação dos fabricantes, e nenhuma apareceu. A indústria delimita a roda pelo peso de sistema, não pelo número de raios.
Pelo peso de sistema. A carga estática máxima por roda é 60 % do peso de sistema máximo do cubo, e esse máximo vai de 110 kg no XR 1700 Spline a 140 kg no FR 1500 Classic e 180 kg no HU 1900 Spline, de carga e motor.
Cinco categorias de uso, da estrada asfaltada ao downhill e ao freeride. Cada cubo é certificado dentro da sua categoria, e essa categoria pesa na escolha da roda tanto quanto o limite em quilogramas.
Por critério de bancada apoiado no peso de sistema e na categoria de uso, não por uma fórmula publicada. O lado geométrico está documentado: o limite duro é menos de um quarto de cruzamentos em relação ao total de raios, e na bancada usa-se mais estreito, até 3 cruzamentos em 24 raios e até 4 em 32 e 36.
Padrão de raiação e cruzes · Quanta tensão tem um raio · Raios butted (afinados)
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